Dados revelam o poder da educação superior para brasileiros nos EUA, e o ponto de vista dos empregadores americanos.

Em um momento em que quase dois milhões de brasileiros vivem nos Estados Unidos, uma pergunta é sempre lembrada por essa comunidade: o diploma conquistado no Brasil vale aqui? A resposta sustentada por dados recentes é um estrondoso SIM.

De acordo com o relatório Estudantes de Origem Imigrante no Ensino Superior dos EUA (Presidents’ Alliance, 2024), mais de 70% dos empregadores americanos consideram diplomas de ensino superior como qualificações de alta qualidade, independentemente de sua origem. O que importa, cada vez mais, é a credencial, e o conhecimento que ela representa.

É importante ressaltar queo mercado de trabalho globalizado mudou! Em carreiras consideradas globais, como tecnologia da informação, engenharia, finanças, design e marketing digital, o conhecimento adquirido em diferentes partes do mundo pode ser aplicado em qualquer região. Um engenheiro de software formado no Brasil domina as mesmas linguagens de programação que um colega formado nos EUA. Um profissional de contabilidade com uma base acadêmica sólida brasileira traz para a mesa uma perspectiva única e valiosa.

Dados do Departamento de Estatísticas do Trabalho dos EUA revelam que profissionais com diploma universitário ganham 40% a mais por semana do que aqueles com apenas o ensino médio, US$ 1.493 contra US$ 899, respectivamente. A realidade é a mesma para imigrantes. Em 2024, brasileiros e outros imigrantes com pelo menos um diploma universitário tiveram uma renda média anual de US$ 46.327, contra US$ 26.975 para aqueles sem formação superior.

Brasileiros no radar das empresas

E no cenário de talentos globais, o Brasil não passa despercebido! Um relatório do Centro de Segurança e Tecnologia Emergente (CSET sigla em inglês) destaca especificamente o Brasil como uma das economias emergentes com crescimento notável na formação de profissionais de STEM  (ciência, tecnologia, engenharia e matemática), áreas de alta demanda nos Estados Unidos.

Atualmente, trabalhadores nascidos no exterior representam 19% de toda a força de trabalho americana em STEM, segundo o Relatório de Indicadores 2024 da Fundação Nacional de Ciência. E em 2025, 46% das empresas da Fortune 500 foram fundadas por imigrantes ou filhos de imigrantes, provando que o talento estrangeiro além de se adaptar, também transforma o mercado americano.

Estudar é o caminho. Mas por onde começar?

A realidade da rotina americana muitas vezes adia o sonho do diploma. Longas jornadas de trabalho, família, idioma, distância das universidades presenciais, tudo isso pode fazer com que os estudos fiquem em segundo plano.

Para essa comunidade, o ensino superior a distância surge como uma espécie de revolução pessoal. Com a flexibilidade do modelo online, é possível cursar uma graduação reconhecida pelo MEC, em português, com professores brasileiros, sem ter que deixar de cumprir as já estabelecidas demandas diárias.

A validação do diploma brasileiro nos EUA, caso solicitada, feita por meio de serviços de avaliação de credenciais reconhecidos como os credenciados pela NACES (National Association of Credential Evaluation Services), é um processo amplamente aceito por empregadores e instituições americanas.

Em um país onde o debate sobre imigração domina os noticiários, o diploma universitário é um dos poucos ativos que transcende fronteiras e sobrevive a mudanças, sejam elas políticas e econômicas. Por isso, investir em educação superior não é um luxo. É a decisão mais estratégica que um brasileiro que vive no exterior pode tomar para o seu crescimento e o de sua família. O Centro Universitário Internacional Uninter oferece mais de 400 cursos de graduação, pós-graduação e cursos profissionalizantes. Para mais informações, acesse uninteramericas.com e inicie você também a sua jornada de sucesso pela educação.

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui